sexta-feira, 31 de outubro de 2008

'Breakonsumers' - mais dados da pesquisa

Hoje a coluna no Blue Bus fala sobre uma pesquisa feita pela Limo Inc sobre as conquistas dos brasileiros. O estudo, chamado ‘Breakonsumers’, também fez uma segmentação psicográfica dos nossos consumidores, descobrindo 3 grupos – os estáveis, os emergentes e os engajados:

Os estáveis são pessoas que buscam a manutenção de seu status quo, assim como a estabilidade de seu emprego a qualquer custo. São muito ligadas a valores familiares e não procuram grandes mudanças de vida.

São consideradas emergentes aquelas pessoas insatisfeitas com seu status quo e que estão se beneficiando do atual momento do Brasil para crescerem também. São pessoas autocentradas e individualistas, com pouco interesse pela comunidade em que vivem. Creditam o sucesso a um esforço próprio e acham que a vida ainda não lhes deu tudo o que merecem, por isso até mesmo fogem de toda e qualquer referência à pobreza.

Já os engajados são aqueles que enxergam a mobilidade como um fator importante para a transformação pessoal e coletiva; possuem mais afinidade com consumo cultural e responsabilidade sócio-ambiental e estão constantemente buscando informações, conhecimento e a construção de uma carreira profissional.

Veja outros dados da pesquisa:

Você acha que nos últimos anos você se tornou uma pessoa mais exigente?
Sim – 80%
Continuo igual – 20%

Quais as coisas que mais te surpreenderam na vida?
Poder comprar mais do que você imaginaria que pudesse - 36%
Estudar mais do que você imaginaria que pudesse - 34%
Saber mais do que você imaginaria que pudesse - 46%
Sonhar mais do que você imaginaria que pudesse - 35%

Você se considera uma pessoa:
Classe Baixa - 32%
Classe Média - 64%
Classe Alta - 4%

Comparando hoje com 10 anos atrás, você acha que no mercado existem mais opções de compra?
Sim – 85%
Não – 15%

E você acha que isso facilita a sua vida? Por quê?
Tem mais opções de compra e escolha - 63%
Fabricantes melhoram qualidade do produto - 26%
Existe competição no mercado/ Tiram o monopólio das empresas - 13%

Quando você vai ao mercado fazer compras, você:
Compra sempre as mesmas coisas - 35%
Costuma arriscar comprando novas marcas - 65%

O que você acha que é ter sucesso?
Ter muito dinheiro - 11%
Ser uma pessoa admirada - 36%
Ter uma carreira sólida - 53%

Você gostaria de ser famoso?
Sim - 23%
Não - 76%

Qual seria o maior luxo pra você?
Ter mais tempo livre - 14%
Comprar mais coisas - 16%
Viajar e conhecer novos lugares - 37%
Ser eu mesmo - 23%
Nunca deixar de estudar - 10%

A que você credita questões como alcoolismo, obesidade e anorexia:
Falta de informação – 32%
Fraqueza – 27%
Falta de uma família ou um lar – 25%
Falta da presença de Deus – 25%
Mídia e propaganda – 19%
Problemas de cada uma – 19%
Desemprego – 15%
Falta do que fazer – 12%

Americanos invstem no Halloween como terapia contra a crise

Hoje, dia 31 de outubro, será comemorado em várias partes do mundo o Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas. Em países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Irlanda, crianças e adultos vestem fantasias, decoram suas casas com temas fantasmagóricos e os pequenos costumam ir de casa em casa pedindo balas.

Curiosamente, apesar dos americanos estarem fazendo cortes no orçamento doméstico em função da crise econômica, as pesquisas mostram que os consumidores nos Estados Unidos pretendem gastar mais no Halloween deste ano do que gastaram no ano passado. Ao todo eles devem deixar nas lojas, acredite, quase 6 bilhões de dólares. Nada menos do que 74% dos americanos pretendem comprar e distribuir balas para as crianças, metade deles devem decorar suas casas e 1/3 deve comprar fantasias para adultos, crianças e até seus animais de estimação.

A explicação dos especialistas para esse aumento de consumo no Halloween da crise parece um pouco com a tese de muita gente sobre a catarse promovida pelos brasileiros no Carnaval. Ou seja, justamente por que vivem tempos difíceis e estressantes, os consumidores nos Estados Unidos estariam dispostos a escapar um pouco da dura realidade festejando o Dia das Bruxas em alto estilo. Bom para o varejo que ganha uma oportunidade para reduzir as perdas desse fim de ano assustador.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Anunciantes apontam os 10 publicitários mais destacados do país

O Grupo Consultores America fez uma interessante pesquisa com 350 executivos de grandes empresas brasileiras, para saber como eles avaliam as agências brasileiras. Esse estudo, que será apresentado à imprensa na 4ª feira que vem, apontou, entre outras coisas, quais os 10 publicitários mais destacados do país. Quer saber agora o resultado? Deu Nizan Guanaes na cabeça, com 1/3 das menções. Em segundo ficou Washington Olivetto, com 20%. Na seqüência, vieram Marcello Serpa, Roberto Justus, Fábio Fernandes, Luiz Lara, Júlio Ribeiro, Alexandre Gama, Sérgio Valente e Celso Loducca.

O nível de notoriedade desses profissionais ajuda bastante na hora de conquistar novos negócios. Afinal, os anunciantes costumam dar preferência às agências desses publicitários quando abre concorrências pela sua conta publicitária.

A pesquisa também perguntou a 133 publicitários quais seriam os colegas mais admirados. Também nesse ranking Nizan Guanaes ficou em primeiro lugar, praticamente empatado com o Marcello Serpa. Em terceiro vem Fábio Fernandes. Na lista feita pelos publicitários, nomes badalados como Washington Olivetto e Roberto Justus são substituídos por profissionais menos populares, porém muito respeitados no meio, como Ken Fujioka, da JWT, Paulo Cesar Queiros, da DM9DDB e Ulisses Zamboni, da Santa Clara.

Outro dado interessante dessa pesquisa é a lista das campanhas publicitárias mais destacadas pelos anunciantes brasileiros. Em primeiro lugar ficou a da cerveja Skol, feita pela F/Nazca, seguida pela campanha da Fiat, que é conta da Leo Burnett. Na seqüência ficaram as campanhas do Banco Itaú, Banco Real, Havaianas, Dove, Bradesco, Coca-Cola, Volkswagen, Brahma, Natura e Axe.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Sai a lista das mais admiradas no Brasil

A Vale foi eleita a empresa mais admirada no Brasil, segundo o ranking promovido anualmente pela revista CartaCapital em parceria com o Instituto TNS InterScience. A Natura ficou em segundo lugar, depois de ter ganho o prêmio por quatro anos consecutivos. A Petrobrás conquistou o terceiro lugar, seguida de Gerdau, Nestlé, Google, Embraer, Apple, Banco Real e Votorantim. O resultado da pesquisa foi divulgado essa semana, em SP.

O júri foi formado por 1.124 executivos do alto escalão de empresas nacionais e estrangeiras que operam no país. Além das 10 empresas mais admiradas, o ranking também revelou as que mais se destacaram em 12 fatores-chaves, como ética e compromisso com o desenvolvimento sustentável. Foram ainda anunciadas as melhores em 45 segmentos de mercado.

Veja os resultados finais:

As dez empresas mais admiradas no Brasil

1. Vale do Rio Doce (CVRD)
2. Natura
3. Petrobrás
4. Gerdau
5. Nestlé
6. Google
7. Embraer
8. Apple
9. Banco Real
10. Votorantim

Vencedoras em Fatores-chave

Ética
1. Natura

Respeito pelo Consumidor
1. Nestlé

Qualidade de Produtos e Serviços
1. Nestlé

Compromisso com RH
1. Natura

Qualidade de Gestão
1. Vale do Rio Doce (CVRD)

Responsabilidade Social
1. Natura

Notoriedade
1. Coca-Cola

Inovação
1. Apple Brasil

Solidez Financeira
1. BR/Petrobras

Compromisso com o País
1. BR/Petrobras

Capacidade de Competir Globalmente
1. Vale do Rio Doce (CVRD)

A Mais Comprometida com o Desenvolvimento Sustentável
1. Natura

Vencedoras em Segmentos de Atuação (primeiros colocados)

Agronegócios: Coamo
Alimentos: Nestlé
Artigos Esportivos: Adidas
Auditoria: PriceWaterhouseCoopers Auditores Indep.
Autopeças: Bosch
Bancos de Varejo: Itaú
Bebidas Alcoólicas: Ambev
Bebidas Não Alcoólicas: Coca-Cola
Calçados: Grendene
Cartões de Crédito: Bradesco
Companhias Aéreas: Lufthansa
Construtoras & Incorporadoras: Cyrela
Construção Pesada: Odebrecht
Consultoria: Accenture
Distribuidores de Combustíveis ou Derivados de Petróleo: BR Distribuidora
Eletrodomésticos: Whirlpool (Multibrás)
Eletroeletrônicos: Phillips
Equipamentos de Telecomunicações: Nokia
Fabricantes de Material de Construção: Votorantim
Farmacêutico: Novartis Biociências
Fast-Food: McDonald's
Fiação e Tecelagem: Santista Têxtil
Fornecedores de Energia: CPFL
Hardware: IBM
Higiene & Limpeza Doméstica: Unilever
Higiene, Perfumaria & Cosméticos: Natura
Metalurgia & Siderurgia: Gerdau
Mineração: Vale do Rio Doce (CVRD)
Montadoras & Importadora de Autos: Toyota
Montadora & Importadora de Caminhões: Volvo
Operadora de Telefonia Fixa: GVT
Operadora de Telefonia Móvel: OI
Papel & Celulose: Votorantim Celulose e Papel (VCP)
Petroquímica: Braskem
Previdência Privada: Brasilprev
Provedores de Internet: Terra
Química: Basf
Rede de Hotéis: Accor
Seguradoras: Bradesco Seguros
Software: IBM
Varejo Eletroeletrônicos: Magazine Luiza
Varejo Material de Construção: Construmega / TelhaNorte
Varejo Supermercados: Carrefour
Varejo Têxtil: Lojas Renner
Vestuário & Confecção: Hering

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Pais agora fazem compras para os filhos e obrigam empresas a rever estratégias

Já não se fazem mais pais como antigamente. Porém, muita gente acredita que esses novos pais são melhores do que os de antes. Eles se envolvem na vida dos filhos, assumem algumas tarefas domésticas, exercem com entusiasmo a paternidade e ganham mais importância para os profissionais de marketing justamente porque são responsáveis por decisões de compra antes restritas às mulheres.

O Media Post pblicou no mês passado alguns resultados de uma pesquisa recente, feita com 500 pais americanos. O estudo mostrou que 40% desses entrevistados dividem a tarefa de fazer as compras de supermercado com as esposas. Além disso, um número cada vez maior de homens freqüenta lojas de roupas infantis, material escolar e de brinquedos. Os novos pais são práticos e buscam produtos que possam resolver problemas. Eles colocam a qualidade na frente do preço. Mas são também mais propensos a fazer compras por impulso. Dentro das lojas, eles se comportam de maneira diferente das mulheres na hora de fazer compras para a casa e para os filhos. Ao invés de passear pelo ponto de venda olhando os produtos, os novos pais identificam rapidamente a localização do que procuram, compram e vão para casa. Por isso, expor os itens de maneira lógica e contar com uma boa sinalização é fundamental.

As marcas e os comerciantes que quiserem vender para esse novo e importante segmento vão ter que levar em consideração todas essas diferenças.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Para muita gente, tão difícil quanto vender será receber...

Apesar de o crédito ter ficado mais caro e do número de parcelas ter encurtado, muitos consumidores continuam com a intenção de comprar produtos de alto valor nesse fim de ano. Por trás desse aparente descaso com a crise, está a conhecida característica dos brasileiros de olhar apenas para o tamanho da prestação e não para o total da dívida que está assumindo. Muita gente acha que isso pode elevar a inadimplência dos consumidores. Para você ter uma idéia, segundo o Ibope Inteligência, 67% dos brasileiros estão endividados, ou seja, pagam algum empréstimo ou financiamento para o cartão de crédito, bancos, financeiras ou lojas.

O problema não está exatamente no endividamento da população e sim na capacidade dela de pagar a dívida. E é isso que começa a preocupar os especialistas. De acordo com a Serasa, a inadimplência em setembro desse ano foi 15,4% maior do que em setembro do ano passado. Nos 9 primeiros meses de 2008 a maior parte das dívidas em aberto foi com os bancos – o valor médio dessas dívidas era de 1.371,35. Depois dos bancos, vêm os débitos não pagos com cartões de crédito, financeiras e cheques sem fundo. Aliás, o volume de cheques devolvidos no mês passado chegou a 2 milhões e 100 mil, número 4% maior do que o de setembro de 2007.
Ou seja, vender não será o único problema dos empresários nesse fim de ano. O outro será receber.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Pesquisa: 'A marca na agenda dos CEOs' - outros dados

Na coluna dessa 4a feira no Blue Bus, eu comento uma pesquisa feita pela Troiano com 50 presidentes de empresas que operam no Brasil, entre 2007 e 2008, sobre o crescente envolvimento desses executivos com a gestão de suas marcas. Veja agora outros dados não incluídos no texto:

- As maiores preocupações dos CEOs são: inovação (75%), gestão de marcas (69%), governança corporativa (52%), responsabilidade social e ambiental (40%) e reputação corporativa (40%)

- A satisfação desses CEOs com o desempenho de suas marcas é apenas regular:

Nada satisfeito: 2%

Pouco satisfeito: 21%

Satisfeito: 42%

Muito satisfeito: 33%

Sem informação: 2%


- O papel da marca nos negócios da empresa, na visão dos CEOs:


Marca agrega valor: 63%

Marca diferencia dos concorrentes: 56%

Marca atesta qualidade: 52%

Marca impulsiona vendas e melhora as margens: 50%

Marca sinaliza reputação e protege a empresa: 35%

Marca dá visibilidade: 21%


- Setores da empresa mais envolvidos com a administração de marcas:


Marketing, comunicação e propaganda: 75%

Trade marketing e comercial: 38%

Presidência e área corporativa: 23%

Gerência de produtos: 15%

P&D: 6%

Jurídica: 6%


- Parceiros mais regulares das empresas:


Agências de propaganda: 83%

Assessoria de imprensa: 53%

Instituto de pesquisa: 54%

Suporte de web: 31%

Escritório de design: 25%

Consultoria de marca: 23%

domingo, 5 de outubro de 2008

Pesquisa sobre marcas e consumidor de baixa renda - mais dados

Na coluna dessa 2a feira no Blue Bus eu comento os resultados da pesquisa feita pelo Ibope e pela Troiano para medir a confiança dos brasileiros de baixa renda nas marcas - 3 mil pessoas foram convidadas a avaliar 64 marcas, entre cervejas, financeiras, fast food e operadoras de celular, atribuindo notas para preço, produto, distribuição, marca, comunicação e atendimento. Veja mais alguns dados desse estudo:

- Nas categorias de cervejas, fast food e operadoras de celular, o atributo mais determinante para e escolha de uma determinada marca pelos consumidores com renda familiar de até 3 SM é a qualidade do produto. Nas financeiras são as taxas e tarifas. Veja o gráfico de atributos por categoria:
Cervejas: no que diz respeito às cervejas, o percentual dos que privilegiam qualidade é bem expressivo - 62%.





- Financeiras: além de taxas e tarifas, também produto e atendimento possuem grande importância. - Fast Food: como era de se esperar, além de qualidade do produto o atendimento é também atributo essencial para as redes de fast food.


- Operadoras de celular: o preço é considerado fator decisivo para 28% dos entrevistados.


- Quando as notas de cada marca são somadas, numa escala de 0 a 100, apenas 3% delas (2 marcas) alcançaram índice de confiança superior a 60:
De 60 a 100 pontos: 3%
De 40 a 59 pontos: 3%
De 20 a 39 pontos: 17%
De 10 a 19 pontos: 14%
De 0 a 9 pontos: 63%

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Mais dados sobre o desempenho do mercado de livros no Brasil em 2007

A coluna de hoje no Blue Bus analisa a pesquisa divugada essa semana pela Câmara Brasileira do Livro e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros a respeito do desempenho do setor editorial em 2007. Aqui vão outros dados, não incluídos no texto:

- Apesar de as compras governamentais registrarem queda de 0,67% ante 2006, o governo permanece como o maior comprador do país, com investimentos de R$ 726,8 milhões, ou cerca de 24% do total de vendas do setor. A boa notícia é que o mercado comprou mais no ano passado, demonstrando que o consumo de livros pela população também vem crescendo. As vendas para o mercado totalizaram R$ 2,286 bilhões – um aumento de 6,41% no comparativo 2007-2006.

- Em relação ao número de títulos editados em 2007, houve uma pequena queda de 2,3% em relação ao ano anterior. Ao todo, foram editados 45.092 títulos no ano passado, contra 46.025 em 2006. A redução explica-se pela diminuição atípica de títulos no segmento de Didáticos (-6,03%), além de CTP – Científico Técnico e Profissional, com queda substancial de 19,04% no comparativo 2007-2006. Em contrapartida, o segmento de livros Religiosos editou no ano passado 27,98% mais títulos que em 2006, movimento que ocorreu também no setor de Obras Gerais, com aumento de 10,82%.

- No setor de didáticos, apenas o número de títulos foi menor. Dentre os segmentos que mais se destacaram, estão justamente os Didáticos, com faturamento de R$ 1,665 bilhão, mais da metade do faturamento do setor. Incluindo mercado e governo, o faturamento do segmento de Didáticos em 2007 cresceu 7,49%. O volume de exemplares vendidos foi de 199 milhões – 8,26% a mais que em 2006.

- As Obras Gerais, que também têm um peso relevante sobre as vendas, registraram um faturamento de R$ 658,7 milhões – queda de 1,67% em relação a 2006, quando as vendas atingiram a cifra de R$ 670 milhões. Neste segmento, o número de exemplares vendidos caiu 5,24% – de 68,1 milhões em 2006 para 64,6 milhões no ano passado.

- No segmento de livros Religiosos, as vendas cresceram 12,8%, passando de R$ 242,1 milhões em 2006 para R$ 273,1 milhões em 2007. O volume de exemplares vendidos saltou de 36,9 milhões para 43,4 milhões – aumento de 17,66%.
- O segmento de CTPs (Científicos, Técnicos e Profissionais) sofreu uma pequena queda no faturamento (0,70%), de R$ 418,6 milhões em 2006 para R$ 415,6 milhões no ano passado. O volume de exemplares vendidos, no entanto, cresceu 3,26%, de 21,5 milhões para 22,2 milhões.

- Em 2007, a produção editorial brasileira foi bastante superior a de livros traduzidos. Dos 45.092 títulos editados no ano passado, 39.506 eram de autores nacionais, contra 5.586 de estrangeiros. Em relação ao número de títulos, houve queda tanto de autores locais (-1,71%) quanto de livros traduzidos (-4,18%) no comparativo 2007-2006. O número de exemplares de autores nacionais subiu de 303 milhões em 2006 para 334,8 milhões no ano passado – aumento de 10,5%. Já os exemplares de livros traduzidos tiveram uma queda de 5,95% – de 17,6 milhões em 2006 para 16,5 milhões em 2007.

- A comercialização de livros para empresas foi um dos destaques em 2007, com aumento de 237% nas vendas. Ao todo, as empresas compraram 8 milhões de livros.


quarta-feira, 1 de outubro de 2008

As 20 marcas mais lembradas pelos torcedores brasileiros

Na coluna de hoje no Blue Bus eu comento os resultados de uma pesquisa feita pela TNS Sports esse ano, com 7 mil torcedores das classes A, B, C, D e E, em 14 estados brasileiros. Veja abaixo as 20 marcas mais lembradas pelos entrevistados:

1) Nike - 20,11%
2) Adidas - 11,3%
3) Coca-Cola - 7,26%
4) Skol - 7,04%
5) Brahma - 6,06%
6) Fiat - 5,36%
7) Puma - 4,81%
8) Penalty - 4,39%
9) LG - 4,31%
10) Vivo - 4,19%

11) Itaú - 4,06%
12) BR - 3,06%
13) Reebok - 2,99%
14) Umbro - 2,93%
15) Unimed - 2,56%
16) Topper - 2,54%
17) Banrisul - 2,41%
18) Banco do Brasil -2,4%
19) Bradesco - 2,4%
20) Parmalat - 2,33%

A liderança no ranking de recall pertence à Nike, que patrocina a seleção brasileira e os 2 times de maior torcida no país, o Flamengo e o Corinthians. A empresa que mais cresceu nesse ranking, de fevereiro a junho de 2008 foi a Fiat, em função da estratégia agressiva de patrocinar ao mesmo tempo vários grandes clubes brasileiros, como Palmeiras, Atlético MG e Cruzeiro. Vale ainda observar que apesar de estar ausente do cenário esportivo há muitos anos, a lembrança da Parmalat permanece relativamente forte, em função do acordo de co-gestão que a empresa promoveu com o Palmeiras.