quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Jovens são felizes, otimistas e materialistas

Afinal, o que faz o ser humano feliz? Psicólogos, sociólogos, escritores e até publicitários têm procurado a resposta a essa pergunta. Agora, foi a MTV quem tentou descobrir o segredo da felicidade. Pelo menos para jovens entre 13 e 24 anos de idade.

Uma ampla pesquisa, realizada nos Estados Unidos, mostrou que os jovens em geral são positivos e otimistas - 65% deles estão felizes com a vida que levam e 62% acham que a felicidade vai aumentar ainda mais no futuro.

Como esperado, a tecnologia é responsável por boa parte da satisfação experimentada por essa garotada. Só para dar uma idéia, metade deles considera que a Internet sozinha já seria uma boa fonte de felicidade.

Comprovando que essa turma é mesmo bem materialista, o estudo mostrou que 70% dos entrevistados querem enriquecer. Tem mais – cerca da metade dessa turma acredita piamente que vai conseguir.

Entretanto, apesar do consumo orientar boa parte desse pessoal, é entre os que são mais espiritualizados que a taxa de felicidade é maior. Dos que acreditam que a fé é a coisa mais importante nas suas vidas, 80% se dizem felizes.

Para terminar, um dado curioso – é baixo o índice de felicidade entre os jovens sexualmente ativos. Provavelmente porque sexo sem maturidade pode mesmo ser fonte de muita frustração.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Sua calça jeans deixa o bumbum bonito assim?

Uma loja no estado americano do Arizona, especializada em vender calças jeans sofisticadas, instalou no provador uma câmera de bumbum. É isso mesmo, acreditando que as pessoas preferem as calças jeans que deixam seus traseiros mais bonitos, a loja instalou uma câmera e uma TV de tela plana dentro das cabines onde os clientes experimentam as roupas.

O nome da loja é Hub e o dono dela, Tom Simon, teve essa idéia depois de ver seus clientes se contorcendo na frente do espelho, para ter certeza de que o bumbum ficava bonito dentro da calça. Antes da câmera do bumbum, os clientes dependiam muito da opinião de outras pessoas, para saber se o caimento estava perfeito e se suas formas estavam valorizadas ou prejudicadas pela roupa. Agora, eles mesmos podem ver na hora o caimento da calça e o formato do bumbum e decidir se compram ou não.

O resultado é que a tal câmera já virou o assunto da cidade de Scottsdale e tem atraído tanto mulheres quanto homens para a loja.

Os clientes mais desinibidos inclusive autorizam os vendedores a enviar as imagens dos seus traseiros dentro dos jeans para os monitores que ficam espalhados na loja. Simon está até pensando em fazer um DVD de fim de ano com os melhores bumbuns de seus clientes. Já pensou se a moda pega por aqui?

Esse homem inventou o Big Mac

Esse senhor aí da foto é Jim Delligatti, franqueado do McDonald's na Pensilvânia e criador do Big Mac, o mais famoso sanduíche dessa rede americana de fast food. Quer conhecer a história de Delligatti? Então clique aqui e leia a minha coluna dessa semana no Blue Bus. Depois, volte e comente o assunto!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Computador ajuda mas também distrai

Computadores podem ser valiosos aliados de jovens estudantes, seja na hora de fazer pesquisas, tirar dúvidas ou escrever um trabalho, por exemplo. Não é a toa que no início do ano letivo as lojas de eletrônicos dos países mais ricos vendem tantas máquinas.

Pesquisa recente, feita nos Estados Unidos, mostrou que cerca de 60% dos universitários usam computadores em suas horas de estudo. Porém, esse fenômeno tem um outro lado – 44% desses mesmos estudantes admitem que navegar na Internet na hora de estudar pode ser fonte de muita distração.

O problema é que hoje os jovens são multitarefa, ou seja, fazem várias coisas ao mesmo tempo. A pesquisa mostrou, por exemplo, que um em cada 4 estudantes americanos fazem os deveres de casa vendo TV. Esse percentual é ainda maior entre os rapazes – cerca de 40% deles misturam estudo e televisão.

Sendo assim, é muito natural que estando conectados para estudar, eles aproveitem para também dar uma olhada nos sites de relacionamento, trocar mensagens instantâneas com os colegas e coisas do tipo.

Por isso, se você tiver filhos que costumam estudar com a ajuda dos computadores, fique de olho bem aberto. Boa parte do tempo em que eles dizem estar estudando, na verdade, podem estar é se divertindo na Internet. ;-)

Desculpem pela ausência


Peço desculpas aos leitores desse blog. Durante as 2 últimas semanas não pude atualizar, pelo acúmulo de trabalho, viagens e uma pneumonia que atacou Carolina, minha filhota. O trabalho e as viagens continuarão, mas Carol já está quase boa. Prometo colocar o papo em dia aqui nesse blog!

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Tratar mal o consumidor traz lucros, acredita?

A Maiores e Melhores da Exame desse ano destaca a TAM como principal empresa brasileira de transportes e uma das 40 maiores em todo o país. Para quem acompanha a crise aérea nacional e a sucessão de absurdos que as companhias aéreas protagonizam, isso parece non sense. O problema é que, pelo menos por aqui, parece que tratar mal os consumidores dá lucro e traz poucos riscos. Esse é o tema da minha coluna de hoje, no Blue Bus. Dá um pulo lá e depois volta aqui para deixar seu comentário!

Série sobre Consumo Masculino termina falando sobre comunicação para o novo homem

O 5º e último capítulo programa da série sobre Consumo Masculino, co-produzida pela BrandWorks e Band News FM e apresentada por mim, aborda as novas estratégias de comunicação usadas pelas marcas para falar com os homens modernos. O programa, que traz depoimentos de Jaime Troiano e Fábio Fernandes, vai ao ar hoje, às 13:37, com reprise às 20:57.

Para achar a Band News FM, sintonize o dial na 96,9 em SP, 94,9 no Rio, 99,3 em Porto Alegre, 89,5 em Belo Horizonte, 99,1 em Salvador, 96,3 em Curitiba ou 90,5 em Brasília. Mas, se você preferir, pode ouvir agora, clicando aqui.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Homens nas lojas é o tema de hoje na série sobre Consumo Masculino

Nesse 4ª capítulo da série sobre Consumo Masculino, co-produzida pela BrandWorks e Band News FM, o assunto é a maneira como os homens compram. Afinal, pesquisas garantem que o percentual de clientes do sexo masculino não para de crescer em shoppings e lojas.

Com depoimentos das jornalistas Inês de Castro e Vanessa Barone, de Ulisses Zamboni, sócio da agência de publicidade Santa Clara e de Fernando Lucena, presidente do Grupo Friedman, o programa vai ao ar às 13:37, com reprise às 20:57.

Se você preferir, pode escutar agora clicando aqui.

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Convergência de papéis é o tema do 3o capítulo da série

Continua hoje a série co-produzida pela BrandWorks e Band News FM sobre Consumo Masculino. Neste 3o programa, o tema é a convergência dos papéis masculinos e femininos. Mulheres que se interessam por investimentos financeiros e homens que se responsabilizam pelas compras de supermercado, são exemplos desse fenômeno.

Com depoimentos de Graziela Terra, consultora financeira, Dra. Lidia Aratangy, psicóloga, Jean Paul Rebetez, gerente geral da Spicy e a jornalista Vanessa Barone, o programa vai ao ar na Band News FM às 13:37, com reprise às 20:57.

Mas, se você preferir, pode ouvir aqui.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Consumo Masculino - 2o capítulo

O 2º programa da série sobre Consumo Masculino, que vai ao ar hoje às 13:37, na Band News FM, com reprise às 20:57, fala sobre a pesquisa global da Leo Burnett, que descobriu que os metrossexuais e os machões inveterados, apelidados de ‘retrossexuais’, não são os perfis mais numerosos ou representativos do universo masculino.

Além disso, o capítulo de hoje também destaca a vaidade masculina ao longo da história e o papel da mulher na transformação dos homens na sociedade, com depoimentos exclusivos de Marlene Bregman, VP de Negócios Corporativos da Leo Burnett, Júlio Ribeiro, presidente da Talent e Jaime Troiano, diretor da Troiano Consultoria de Marcas.

‘Consumo Masculino’, é uma co-produção da BrandWorks e da Band News FM, apresentada por mim. Se você preferir, pode escutar o episódio de hoje clicando aqui.

domingo, 5 de agosto de 2007

Eu sou um 'Zapeador de Canais', e você?

Que tipo de usuário da web é você? Talvez você se encaixe entre os 'Autênticos Digitais'. Se for mais conservador, pode ser classificado como um 'Explorador de Mídias'. Caso seja um tarado por gadgets eletrônicos, certamente estará entre os 'Residentes Aprofundados'. Aquelas pessoas que passam o dia no Orkut não tem escapatória - o rótulo para elas é de 'Promotores Sociais'. Porém, se você se identificar com aquela gente que tem mais coisa para ler do que tempo para isso, que enlouquece tentando ficar por dentro de tudo em tempo real e que ainda por cima só assiste aos seriados dias depois, pulando os comerciais para ficar mais rápido, então seja bem vindo à minha tribo - os 'Zapeadores de Canais'.

Para saber do que eu estou falando, dê um pulinho no Blue Bus, leia a minha coluna de hoje e depois volte aqui para confessar qual é a sua praia.

Começa hoje série sobre consumo masculino na Band News FM

Algumas semanas atrás, a Band News FM aceitou minha proposta de colocar no ar uma série de reportagens sobre consumo masculino, na semana que antecede o Dia dos Pais. Combinamos que seriam 5 programas de 3' cada um, veiculados de 2a à 6a feira, às 13:37, com reprise às 20:57 (exceto na 2a feira, dia 6/8, quando ele entra às 21h).

O programa de hoje, que abre a série, fala sobre a vaidade masculina e o surgimento da expressão metrossexual. Conta também que em 2002, quando a Euro RSCG divulgava nos EUA sua pesquisa sobre os homens vaidosos das grandes cidades, um instituto nacional, o 2B Brasil, fez também um amplo estudo de segmentação, descobrindo 4 tipos diferentes de consumidores de produtos de uso pessoal no país - os tradicionais, modernos, vaidosos e arrojados.

Produzido e apresentado por mim, o 1o capítulo conta com depoimentos inéditos de José Edson Bacelar, da 2B Brasil, Tatiana Ponce, diretora de O Boticário, Marlene Bregman, VP de Negócios Corporativos da Leo Burnett e do empresário Jorge Massad.

Para achar a Band News FM, sintonize o dial na 96,9 em SP, 94,9 no Rio, 99,3 em Porto Alegre, 89,5 em Belo Horizonte, 99,1 em Salvador, 96,3 em Curitiba ou 90,5 em Brasília.

Vestidos de noiva chiques e baratos - quem quer?

Essa pergunta é para as mulheres – vocês comprariam seu vestido de casamento em uma loja de departamentos conhecida pelos preços baixos? Difícil, não? Mas, nos EUA, a Target, que apesar de atuar no segmento de descontos usa e abusa do apelo do design, aposta que fará sucesso vendendo vestidos de noiva assinados por estilistas conhecidos, como Isaac Mizrahi, por preços bem acessíveis – até 200 dólares. Vale lembrar que normalmente um vestido de noiva na terra do Tio Sam não sai por menos do que 1.000 dólares, ou seja, 5 vezes mais.

Esse é apenas mais um capítulo do importante movimento do ‘cheap chic’, ou ‘chique e barato’, em português. Lojas como H&M, Topshop e a própria Target têm conseguido dissociar as noções de preços baixos e baixa qualidade, muitas vezes com a ajuda de estilistas famosos, como Karl Lagerfeld e a dupla Viktor & Rolf, e também de celebridades como Madonna, Kate Moss e, mais recentemente, Sarah Jessica Parker. O lema da Target – ‘design for all’ (design para todos) – tem funcionado bastante bem, a ponto de fazer a todo-poderosa Wal-Mart rever seu posicionamento de preços baixos todo dia.

Mesmo assim, a tentativa da Target de vender vestidos de noiva vai ficar restrita inicialmente à internet. Mas tudo indica que, se funcionar, será estendida também às lojas físicas.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

É duro andar na linha

Como alguns já sabem, eu nao faço downloads ilegais na internet. Mas nem por isso fico feliz com a obrigaçao de comprar um CD inteiro para escutar uma única música. Por isso, me animei com a chegada ao Brasil de novas lojas virtuais de música. Afinal, finalmente poderia comprar aquelas faixas que eu gosto tanto.

Resolvi começar pelo Sonora, site de venda de música do Terra, que por sinal é o meu provedor de acesso a web. O começo foi auspicioso – encontrei muitas cançoes legais, especialmente internacionais, as quais fui adicionando ao meu carrinho de compras. Quando vi, estava gastando quase 100 reais e achei que já estava de bom tamanho. Era hora de parar e ir ao caixa. O passo seguinte seria me registrar. Bem, eu já sou cadastrado no Terra, mas nem por isso consegui seguir em frente. O site nao aceitou meu login nem me permitiu um novo cadastramento. Pensei logo no tempao que eu tinha levado para encontrar todas aquelas músicas e tive medo de perder a seleçao. Fiz um print screen por segurança e desliguei o computador.

No dia seguinte, meio desconfiado, voltei ao Sonora e digitei novamente meu login do Terra. Surpresa – nao só pude entrar como todas as músicas que eu tinha posto no carrinho ainda estavam lá! Beleza, agora era só pagar e baixar. Pagar nao foi difícil. Mas o site transformou meu pagamento em créditos, que eu deveria utilizar para fazer os downloads. Se é possível complicar, porque simplificar, não é mesmo? Determinado, fui em frente e fiz os downloads. Foi uma tarefa muito trabalhosa. Além de baixar faixa por faixa (eram muitas) depois eu ainda precisei pegar uma licença para cada uma. Perdi mais tempo. Mas o pior ainda estava por vir. Vocês acham que eu consegui escutar as músicas no meu iPod? Negativo. Estavam protegidas.

Pergunta – protegidas contra quem? Eu paguei pelas licenças e tudo o que quero é ouvir as faixas no meu mp3 player favorito. Ou seja, em vez de privilegiar quem anda na linha, o Sonora me penalizou. É duro, não? :-(

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Nem tudo o que os ricos usam a classe média quer

Um dos erros mais comuns cometidos pelas marcas é achar que consumidores de classe média comprariam tudo da mesma maneira que os ricos se tivessem mais dinheiro. Quem aprendeu isso, do pior jeito possível, foi o Wal-Mart, lá nos Estados Unidos. No ano passado, para competir com lojas como Target e H&M pela preferência dos consumidores dispostos a comprar moda por preços acessíveis, o Wal-Mart contratou designers para produzir coleções de roupas descoladas e baratas, colocou anúncios em revistas de moda, como a Vogue e se preparou para receber um monte de clientes ávidos por seus produtos.

Mas o resultado ficou bem aquém do que o Wal-Mart esperava. O motivo? Eles foram longe demais, rápido demais e os consumidores não conseguiram associar a imagem da rede conhecida pelos preços baixos todo dia com roupas antenadas com as últimas tendências da moda.

Vocês pensam que o Wal-Mart desistiu? Nada disso. Eles acabam de alugar um imenso estúdio em Nova Iorque para abrigar seus designers. Mas, dessa vez, o Wal-Mart resolveu traduzir as tendências da moda para o gosto de seus clientes e produzir roupas que eles possam usar no dia a dia.

Moral da história – o povo gosta sim do que é bom e adora luxo. Mas eles têm um estilo próprio e um jeito particular de entender esse luxo. A ordem, portanto, é adaptar.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Uma Barbie bem diferente...

Olha aí a imagem da nova Barbie digital, que funciona como um tocador de mp3 e plugada no computador dá acesso a áreas exclusivas no site BarbieGirls.com. Essa é uma fantástica idéia para vender conteúdo para crianças muito pouco dispostas a pagar pelas coisas que baixam na Internet.

Quer conhecer a história toda? Dá um pulo lá no Blue Bus - esse é o tema da minha coluna de hoje. Depois, volte aqui e deixe o seu comentário!

Quem mais entende de eletrônicos são as crianças

Sabe aquele mito de que as crianças pequenas lidam com eletrônicos bem melhor do que os adultos? Pois é, não é mito não. Pesquisa divulgada pelo NPD Group revelou que, pelo menos nos Estados Unidos, os baixinhos em geral começam a usar aparelhos eletrônicos com pouco menos de 7 anos de idade. Detalhe – em 2005, portanto há apenas 2 anos, essa média estava por volta dos 8 anos.
Ainda de acordo com a mesma pesquisa, as crianças começam a mexer primeiro com TVs e computadores, ali por volta dos 4 ou 5 anos. Depois vão adotando outros produtos mais sofisticados, como tocadores de música digital e telefones celulares. Na média, esses meninos e meninas usam eletrônicos 3 dias por semana. É claro que a TV puxa esse número para cima – os pequenos americanos vêem televisão 6 dias na semana.

Tem outro dado interessante nessa pesquisa – 25% dos entrevistados não haviam comprado um aparelho eletrônico nos últimos 12 anos. Ou seja, tudo indica que os lares americanos já estão suficientemente abastecidos de gadgets eletrônicos. É por isso que os fabricantes precisam investir pesado em inovações e novas funções, para criar uma percepção de obsolescência dos modelos antigos e aumentar o desejo por novos. O que é bem perigoso para o futuro do nosso já tão combalido planeta.