sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Moda sai do armário e influencia até compra de carros

O último capítulo da série sobre O Negócio da Moda mostra como a moda deixou de ser um fenômeno restrito ao mundo do vestuário e acessórios para invadir o universo dos celulares, eletrodomésticos e até automóveis. Este programa contará com depoimentos de Joao Ciaco, Diretor de Marketing da Fiat, Loredana Mariotto, Diretora de Marketing da Motorola, Dario Caldas, Diretor do Observatório de Sinais e Ana Paula Cortat, VP de planejamento da Leo Burnett. Você pode ouvi-lo às 13:37, com reprise às 20:57 na Band News FM. Ou, se preferir, pode escutar agora, clicando aqui.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

4o capítulo - A importância dos desfiles para o Negócio da Moda

O capítulo de hoje da série sobre O Negócio da Moda, produzida pela BrandWorks e apresentada por mim, analisa a importância dos desfiles como estímulo ao consumo de moda. Com depoimentos exclusivos de Eloysa Simão, produtora do Fashion Rio, Mirela Cubilhas, diretora do Shopping Barra, em Salvador, Nailê Santos, gerente de marketing do Shopping Iguatemi Porto Alegre, Regina Weckerle, dona da marca baiana Paradoxus e de Alcinir Richter, dono da marca gaúcha Lua, vai ao ar hoje às 13:37, com reprise às 20:57, na rádio Band News FM. Se você preferir, pode ouvir agora mesmo, clicando aqui.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

O Negócio da Moda - a moda acessível é o tema de hoje

O 3º capítulo da série O Negócio da Moda aborda o surgimento de um novo consumidor, que deseja comprar moda mas não tem tantos recursos para frequentar lojas caras. Quem atende basicamente essas pessoas no Brasil são os magazines, que apostam em design e crédito para conquistar esses clientes. Com depoimentos exclusivos de Flávio Rocha, presidente das Lojas Riachuelo, da jornalista Vanessa Barone e do consultor Alberto Serrentino, da Gouvea de Souza, o programa vai ao ar hoje às 13:37, com reprise às 20:57, na rádio Band News FM . Se você preferir, pode escutar o programa clicando aqui.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Negócio da Moda em transformação - ouça o 2o programa da série

O segundo capítulo da série O Negócio da Moda, produzido pela BrandWorks e apresentado por mim, mostra como o negócio da moda está em transformaçao. As marcas exclusivas enfrentam novos e poderosos concorrentes, o acesso a moda está se democratizando e outros produtos dividem a preferência dos consumidores, que antes concentravam suas compras em itens de vestuário. Com depoimentos exclusivos de Eloysa Simão, da Dupla Assessoria, Alberto Serrentino, da Gouvea de Souza e de Roni Rodrigues, da Box 18/24, o programa vai ao ar hoje às 13:37, com reprise às 20:57, na Band News FM, em rede nacional. Se você preferir, pode ouvir clicando aqui.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Negócio da Moda - 1o episódio fala sobre os significados da moda

Além de apresentar uma coluna diária sobre marketing na rádio Band News FM, todos os meses eu produzo uma série especial na rádio. Neste mês de setembro, o tema é O Negócio da Moda no Brasil. O primeiro programa da série vai ao ar hoje, às 13:37, falando sobre os significados da moda. Este capítulo conta com depoimentos exclusivos do estilista Jum Nakao, da jornalista Andréa Faustino e do professor da História da Moda, João Braga. Para ouvir o programa, clique aqui.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Marcas americanas perdem afeto dos consumidores

Pesquisa da consultoria GfK Roper em 25 países, revelou quais são as marcas mais poderosas do planeta. Nessa lista, as 10 primeiras foram pela ordem: Sony, Coca-Cola, Nokia, Nestlé, Pepsi, Colgate, McDonald’s, Nike, BMW e Samsung.

Para chegar a esses nomes, a GfK perguntou a 30 mil pessoas se elas conheciam a marca, se gostavam dela, se confiavam nela, se pagariam mais por ela e se recomendariam a marca a um amigo. Dessas 10 marcas com maior pontuação, cinco são americanas.

Porém, marcas muito identificadas com os Estados Unidos, como Coca-Cola, McDonald’s, Colgate e Kodak, estão entre as que mais caíram do ano passado para esse, especialmente no quesito afeição. Para vocês terem uma idéia, a quantidade de pessoas que gosta da Coca-Cola caiu 40% da pesquisa anterior para essa.

Especialistas acreditam que isso reflete a queda de popularidade dos Estados Unidos e da sua cultura em todo o mundo. Admitem inclusive que a política externa americana pode ter acentuada influência nesse resultado.

Isso prova que a escolha de uma marca pelos consumidores é muito mais subjetiva, do que pode parecer. Apesar da qualidade, da boa propaganda, da forte presença no ponto de venda e do preço justo, a marca pode ser preterida somente porque seu país de origem não anda sendo muito simpático com o resto do planeta.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Clientes que trabalham para você e ainda pagam por isso

Vejam só que idéia original teve um hotel em Tóquio, no Japão. Durante um período limitado, o Rihga Royal Hotel realizou uma promoção que permitia aos filhos de seus hóspedes, de 3 a 12 anos de idade, trabalhar lá por um dia.

As crianças podiam escolher uma função entre as cinco disponíveis no programa. As opções eram trabalhar na arrumação dos quartos, na portaria do hotel, na recepção, na limpeza ou na cozinha. Ao todo havia 72 tarefas que os baixinhos podiam realizar.

No final do dia, vinha a recompensa. Os pequenos funcionários podiam escolher entre vale-compras para adquirir livros ou um passe para tomar sorvete de graça. O hotel disponibilizou ainda um fotógrafo, que podia ser contratado pelos pais para registrar as cenas de seus filhos cumprimentando os hóspedes, trocando toalhas ou fazendo uma omelete na cozinha.

Com essa promoção, o hotel, além de entreter as crianças, que adoraram a brincadeira diferente de trabalhar num hotel de verdade, chamou a atenção dos clientes com uma abordagem inovadora. E ainda de quebra estimulou esses estudantes a quem sabe escolher a carreira de hotelaria quando chegar a hora de ingressar na universidade.

Essa dica veio do site Springwise. Se vocês quiserem mais detalhes é só dar uma passada por lá.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

A difícil escolha do nome da empresa

Uma das tarefas mais difíceis para quem está abrindo uma empresa, seja ela grande ou pequena, é escolher o nome. A sensação que a gente tem é que todos os nomes interessantes já foram registrados por outras pessoas.

No começo do século 20, o mais comum era que a empresa levasse o sobrenome do seu fundador, como aconteceu com os automóveis Ford ou os cereais Kellogs. Até hoje tem gente que usa essa estratégia, como os restaurantes Fasano ou as lojas Armani.

Depois dos nomes próprios, as iniciais entraram na moda. Querem exemplos? A IBM, cujo nome completo era International Business Machines e a Varig – Viação Aérea Rio Grandense. Também havia aqueles que misturavam as duas tendências, usando as iniciais dos fundadores, caso das agências de publicidade DPZ e da HP.

Em seguida surgiram os nomes tecnológicos, próprios de uma sociedade que descobria o computador. As empresas se chamavam Microsoft, Duracell, Panasonic. E já no final do século 20, quando os nomes disponíveis se esgotavam, apareceram aquelas invenções estranhas, como Google, Yahoo, Motorola, Viagra.

Na verdade, os melhores nomes são aqueles que transmitem com clareza uma idéia forte associada à marca. Como Natura, que passa a sensação de natureza. Apple, que lembra simplicidade. Ou Neve, ótimo nome para um produto branco e macio.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Queimado no mercado por contrariar um veículo poderoso

A história que eu conto hoje no Blue Bus retrata a prepotência e covardia que ainda manifestam alguns executivos de veículos poderosos e de agências de propaganda. Um jovem executivo, de fora do eixo Rio-SP, ousou deixar de fora da sua programação de mídia um importante meio de comunicação, que retaliou, queimando o profissional de marketing no mercado. Nenhuma surpresa - isso acontece no Brasil sempre que algum idealista resolve remar contra a corrente. Muitos anos atrás, eu mesmo escutei do vp de atendimento da agência que me atendia o comentário feito durante uma reunião da ABP no Rio - "o Marinho não gosta de propaganda". O que motivou essa frase foi o espírito crítico e independente que me caracteriza. Eu sobrevivi. Espero que o personagem da coluna de hoje também sobreviva, sem perder a coragem.

Se faz bem à saúde, vende mais

Vejam só esse exemplo, bem característico do que anda acontecendo no mercado de alimentos. Nos Estados Unidos, as vendas de chocolates caíram 1% no ano passado. Mas se a gente olhar apenas o desempenho do chocolate amargo vai ver um crescimento impressionante de 15%. O chocolate amargo já responde por 25% das vendas totais do produto em território americano.

Quer saber o motivo dessa reviravolta no mundo dos chocolates? Muito simples. Pouco tempo atrás foram divulgados estudos científicos garantindo que a versão escura e amarga do chocolate, se consumida em pequenas quantidades diárias, faria bem à saúde, por conta de ingredientes com propriedades antioxidantes, que melhorariam as funções vasculares.

O fato é que os americanos, que estavam se obrigando a comer menos chocolate, para reduzir o consumo de açúcar e gordura, adoraram a novidade e caíram literalmente de boca no chocolate escuro. Para vocês terem uma idéia, de todos os novos chocolates lançados por lá no ano passado, nada menos do que 63% eram amargos.

Isso prova que o consumidor, pelo menos o mais informado, está cada vez mais preocupado com o consumo de alimentos saudáveis. Se puder ser saudável e também gostoso, melhor ainda.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Dinheiro vivo, pra quê?

Até bem pouco tempo atrás, sair de casa sem dinheiro ou talão de cheques na carteira era dor de cabeça na certa. Hoje, cartões de crédito e de débito são amplamente aceitos pelo comércio das grandes cidades e é possível pagar desde grandes compras até o cafezinho na padaria e o estacionamento no shopping com o tal dinheiro de plástico.

É por isso que as empresas de cartões estão avisando que em breve ninguém mais vai carregar dinheiro vivo no bolso. Além do crescimento dos cartões de débito em todo o mundo, inclusive aqui no Brasil, outros métodos virtuais de pagamento, como pelo celular, por exemplo, vão tornar desnecessário levar dinheiro em espécie de um lado para o outro.

Só para dar uma idéia do crescimento dos cartões no nosso país, basta dizer que nos últimos 5 anos o número de plásticos nas carteiras dos brasileiros mais que dobrou, batendo a marca de 86 milhões de unidades. Enquanto isso, o volume de cheques emitidos caiu 25% de 2005 para cá.

Mesmo assim, cerca de 60% da nossa população ainda não possui cartões. Culpa do baixo poder aquisitivo dos brasileiros, das limitações impostas pelas empresas de crédito e do medo das pessoas de perder o controle dos gastos e acabar atoladas em dívidas. Mas a tendência é mesmo que no futuro o dinheiro de plástico se espalhe mais e as notas de reais circulem menos.

sábado, 1 de setembro de 2007

Pais e filhos unidos em favor da alimentação saudável

Pesquisa patrocinada pela divisão de produtos de consumo da Disney nos Estados Unidos, mostrou como está crescendo rapidamente a consciência sobre a importância da alimentação saudável entre pais e também seus filhos pré-adolescentes.

Tanto adultos quanto crianças concordam que é necessário levar um estilo de vida saudável. Para você ter uma idéia, 94% dos pais entrevistados disseram que estão se esforçando para melhorar a qualidade dos alimentos que seus filhos comem, incluindo na dieta dos seus pimpolhos mais frutas, vegetais, saladas, água, suco e leite. Ao mesmo tempo, tentam evitar açúcar, gorduras e refrigerantes.

Mas, como algumas coisas na vida não mudam nunca, metade dos pais garantiu que seus filhos são doidos por doces e coisas do tipo. As próprias crianças afirmam que adoram mesmo restaurantes fast food e que comeriam mais nesses lugares, se os pais não marcassem tão em cima.

Ou seja, apesar de conscientes dos riscos de uma má alimentação, crianças são mesmo mais vulneráveis às tentações das guloseimas.

Detalhe interessante – para os pais, estilo de vida saudável inclui bom ambiente familiar relacionamento com os amigos e equilíbrio entre trabalho e lazer. Para as crianças, saúde é somente comer bem e fazer exercícios. Possivelmente porque ainda não sabem o que é estresse de verdade.