quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Pesquisa | Para os millennials, até caridade tem mais prioridade do que roupa em loja especializada

Em caso de necessidade, quais produtos você abriria mão de comprar e quais seriam indispensáveis? Essa pergunta foi feita pela revista Stores (publicação oficial da NRF) a 7 mil americanos com idade entre 18 e 34 anos (os tais millennials) neste começo de ano. Vamos começar pelos indispensáveis. O que você acha que lidera a lista?

Provavelmente você acertou: internet é o serviço que 8 entre 10 jovens americanos não abririam mão de jeito nenhum. Na sequência vem os smartphones (que 58% consideram ‘intocáveis’), serviços de streaming de vídeo (como Netflix), compra de roupas em lojas acessíveis (fast fashion), assinatura de TV a cabo, corte ou coloração de cabelo, lanches em restaurantes fast food, viagens de férias, canais premium de TV paga (como HBO) e contribuições para caridade. Isso mesmo, nos EUA os millennials colocam a beneficência como uma de suas prioridades.

E o que seria prescindível? Pela ordem: bolsas de luxo, joias caras, mensalidades de clubes, bijuteria, serviços domésticos, cosméticos caros, comidas gourmet, compra de roupas em lojas especializadas, produtos para o rosto e bons restaurantes.

O estudo permite concluir que o digital é hoje essencial para essas pessoas, bem como opções baratas de entretenimento, moda e alimentação. E que o mercado de luxo já não possui a força aspiracional que teve no passado recente.


Se pesquisa semelhante fosse feita no Brasil, haveria certamente algumas diferenças. No entanto, poderia apostar que internet, smartphones, moda acessível e cabeleireiro estariam seguramente na lista. E você? Do que não abriria mão em hipótese alguma? ;-)

3 comentários:

Hebenézer Martins Mesquita disse...

Aí está uma informação interessante. Eu gostaria muito de saber quais são as prioridades no mercado brasileiro. Se alguém souber de pesquisa nesse nível obrigado por compartilhar.

Rebeca Barbosa disse...

Iniciei o ano abrindo mão de muita coisa: contas premium na internet, perfumes, maquiagens e cremes importados (troquei tudo por marcas nacionais), cartão de crédito com anuidade, reduzi conta do celular e reduzi drasticamente o pacote cinema+pipoca+estacionamento de shopping. E como o texto diz, só não cortei minha contribuição pro Médicos sem Fronteira. Isso não dá. Sempre lembro da frase: "quando você achar q está em dificuldade, lembre que em algum lugar do mundo, alguém está bem pior q você".

Lorenzo Mendoza disse...

Queria ouvir a opinião do Ferreirinha. Seria um contraponto interessante.